Meu nome é Drica, 22 anos, casada, 1,70 de altura, ruiva, seios médios, bumbum grande e empinado. A história que vou lhe contar aconteceu quando eu tinha 18 anos. Eu e minha prima andávamos sempre. Ela era um pouco mais velha. Numa noite, ao voltar para casa lá pelas 3 horas da manhã, depois do banho, resolvi beber um pouco d’água. Foi aí que começou a mudar o rumo da minha vida (pra melhor e claro). Voltando da cozinha escutei uns gemidos, pensei que minha mãe estava transando, fingi não ligar e fui para o quarto. Tentei dormir mas não conseguia, só pensava nos gemidos e estava ficando louca. Então tomei coragem e fui espiar. Ao chegar deparei-me com uma cena louca. minha mãe estava de 4 levando um caralho enorme no cu. Nunca pensei que papai tivesse um pau tão grande e pior, como minha mãe aguentava aquilo tudo no seu rabo? Quando dei por mim já estava me masturbando vendo aquela cena. Papai socava sem pena e a puta pedia mais e mais. Eu já estava cheia de tesão quando de repente sinto uma mão me pegar pelos ombros. Congelei! Olhei espantada e para minha surpresa era minha prima. E aí putinha tá gostando de espiar? Disse ela. Eu rapidamente respondi que sim. Ela então me arrastou até meu quarto e me mandou ficar com as pernas abertas. Estava aflita, pois agora estava nas mãos dela. Dito e feito. Minha prima disse para eu obedecer tudo o que ela me mandaria senão iria me entregar aos meus pais. Eu morta de medo concordei. Ai então começou a festa. Mandou eu tirar a calcinha que ela iria me chupar. Não teve jeito. No começo foi estranho mas depois eu já estava gostando do “castigo” e com maestria mamava minha buceta ao ponto de eu gemer alto. Com o passar do tempo o “castigo” começou a ficar mais estranho e as vezes era obrigada a chupar as amigas dela sem reclamar. Outras vezes era obrigada a chupar estranhos só para o prazer dela. Já estava me tornando uma submissa confessa pois quando passava mais de dois dias que não transávamos ficava louca. Certa vez fomos para a casa de uma amiga, a qual estava vazia. Fomos direto ao assunto só que dessa vez foi diferente. Ela amarrou minhas mãos, vendou meus olhos e arreganhou minhas pernas. De repente senti uma mão estranha me alisando. Chamava a Rê e nada de resposta. A pessoa me bolinava e chupava bem gostoso e foi ai que percebi que era um homem. Mais uma vez uma mistura de prazer e medo tomou conta de mim. Até então só havia chupado alguns cacetes mas nunca tinha dado minha buceta para um homem. Em certo momento ouço a Rê falando baixo no meu ouvido: “Vai perder esse cabacinho hoje priminha”. Derrepente o homem se tornou mais ativo, me dando o seu pau para chupar. Eu não conseguia chupar direito aquele cacete de tão enorme que era mas mesmo assim continuei lambendo e chupando a cabeça. Enquanto isso Rê me chupava com gosto me aprontando para ser penetrada. Foi ai que ele começou a penetrar, eu gritava de dor, mas ele não aguentou e colocou tudo de uma vez. Eu estava toda alargada e dolorida mas fiquei louca quando começou o vai-e-vem. Agora eram gemidos ao invés de gritos. Minha prima perguntava se estava gostando e eu respondia (quando podia) que sim. Ela então me mandou ficar de quatro e foi ai que não me aguentei mais. Gozei como nunca tinha gozado antes. Porém o cara ainda não tinha gozado e foi ai que minha prima mandou ele gozar no meu cu. Eu pedia que não mas isso foi em vão. Lubrificou um pouco meu cuzinho e começou a colocar o pau grosso. Minha prima tapava minha boca. Quando entrou tudo eu segurava a respiração para aguentar. Ele começou a socar forte e eu so torcia para que aquilo terminasse de uma vez. Foi ai que senti aquele leite quente escorrendo pelo meu cuzinho e ele com a respiração quente no meu pescoço. Minha prima tirou a mão da minha boca e me falou: “Eu sabia que você era putinha prima, mas não sabia que era tanto”. Quando ela tirou as vendas dos meus olhas vem a surpresa: O rapaz que me comeu era meu irmão.