Tudo começou em um dia de domingo em que fomos à capital para ver uma tia que acabara de vir de outro estado. Fomos somente eu e minha avó. Na chegada, fomos recebidos com muito amor! E enquanto minha avó conversava com outros visitantes que haviam chegado, minha tia perguntou se eu bebia e então eu disse a ela claramente que sim. Minha tia então me serviu uma vodca e nós estávamos falando sobre como eu estava no colégio, etc… Passado um certo tempo e três copos depois eu já estava tonta. Quando fico assim me sinto muito safada e tarada. Fui sentar no sofá para ouvir algumas músicas e minha tia voltou e perguntou se não iríamos posar lá. Eu disse a minha tia que não podíamos porque no dia seguinte eu tinha um exame de matemática. Ela não insistiu e nos deixou na rodoviária. Depois de uns cinco minutos na rodoviária, chega um táxi com uma mulher de cabelo liso comprido, a cor do cabelo era loiro e estava usando uma pequena saia sobre os joelhos. Ela tinha olhos verdes claros e uma boquinha linda. Vendo-a se aproximar de mim me deixou imediatamente molhada. Ela sentou no meu lado e perguntou algo que não recordo, só lembro que a gente riu. Ela ficou um pouco impaciente com o ônibus e ficou de pé. Ela girava as vezes e eu conseguia tarar sua bunda redonda e gostosa. Era perfeita. Quando a gente entrou no ônibus, veio uma grande tempestade. Bem, como estava chovendo e o ônibus cheio, imediatamente várias pessoas se tocaram. A menina loira agarrou o pegador do ônibus e eu agarrei o outro banco. Nossas bundas se tocaram com o movimento do ônibus eu já estava molhada. Então eu notei que várias pessoas estavam vendo que ela roçou minha bunda deliciosamente. Mas isso valeu a pena para mim porque eu estava adorando essa situação. Eu não me importava com nada, pelo contrário, eu estava querendo apalpar a bunda dela. Passados alguns minutos o ônibus apagou as luzes e ligou o rádio. A música era romântica, propícia para a cena que eu queria fazer. Por um momento fiquei com medo, mas em minha mente eu disse (aquele que não se arrisca NÃO GANHA). Respirei fundo e quando percebi ela já estava tocando minhas pernas. Eu prontamente lancei minha mão para alcançar suas nádegas. Ela gostou. Ela abriu um pouco as pernas e eu consegui passar o dedo na sua vagina, por cima da calcinha, e notei que ela estava bem molhada. Ela me pegou pelo braço e me levou ao fundo do ônibus, onde tinha dois lugares vagos. Mal sentamos e ela começou a massagear meu clitóris por debaixo da minha calcinha. Eu senti um prazer que nunca tinha sentido antes. Ela queria colocar o dedo, mas não deixei porque ainda sou virgem! Ai então ela começou a espalhar seus dedos por toda a minha vagina! Senti que já estava quase gozando de prazer e a única coisa que fiz foi fechar fortemente meus olhos e cobrir minha boca caso saísse algum gemido. Ela continuou a tocar no meu clitóris e eu senti como se estivesse chegando a hora de gozar. Comecei a tremer e sentir mais prazer do que já estava sentindo. Ela então me masturbou mais rápido que então eu gozei tão forte, que saiu um jato da minha buceta, como se eu tivesse urinado, mas não era urina, era gozo mesmo. Ela então puxou os dedos da minha buceta e provou meus fluídos. Logo depois sussurrou no meu ouvido: “Está melhor agora gostosa?”. Eu somente olhei para ela e sorri um sorriso transparente de felicidade. Olhei para os outros passageiros e rapidamente uma cabeça de alguma poltrona se virou tentando fingir que não estava nos olhando. Nunca mais tive uma viagem tão prazerosa assim.